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Políticos enxergam STF dividido sobre suspensão das emendas por ministra

by Yancey Cerqueira
7 de novembro de 2021
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Ministra suspende convocação de governadores pela CPI da Pandemia

Ministra Rosa Weber, do STF / Foto: Fábio Pozzebom / Agência Brasil

Horas depois da decisão da ministra Rosa Weber, do STF (Supremo Tribunal Federal), de suspender temporariamente as emendas de relator, deputados cobravam uns dos outros que tenham posicionamento duro sobre o tema nos próximos dias, em defesa das chamadas RP-9.

Divididos sobre Rosa Weber

Eles avaliam que a resposta ao Supremo Tribunal Federal deve ser dada conjuntamente.

Magistrados, advogados e políticos dizem acreditar que o assunto deve dividir os ministros do STF.

Eles afirmam, no entanto, que a exigência de transparência absoluta para os repasses de dinheiro público, que consta na liminar de Rosa, deve ser ponto unânime.

A ministra do STF Rosa Weber determinou a suspensão por liminar a execução das chamadas “emenda do relator”. Essa manobra usada por Arthur Lira e Bolsonaro para aprovarem pautas na Câmara ficou conhecida como “orçamento secreto”. A ordem da magistrada vai ser levada para o plenário.

Rosa também falou que é preciso dar ampla publicidade às indicações feitas pelos deputados com esse tipo de emenda. Diferente do que tem ocorrido nos últimos meses.

“Reputa-se violado o princípio republicano em face de comportamentos institucionais incompatíveis com os princípios da publicidade e da impessoalidade dos atos da Administração Pública e com o regime de transparência no uso dos recursos financeiros do Estado”, afirmou a ministra Rosa Weber na decisão.

A ação foi assinada pelos deputados Alessandro Molon (PSB-RJ), Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Joice Hasselmann (PSDB-SP), Kim Kataguiri (DEM-SP), Marcelo Freixo (PSB-RJ) e Vanderlei Macris (PSDB-SP).

A decisão da ministra vem na linha de colegas do STF que, por qualquer razão imaginária, suspende ações do Executivo ou do Legislativo fazendo o papel de ambos quando nos gabinetes dos mesmos hibernam milhares de processos que já deveriam ter sido julgados e que prejudicam individual ou coletivamente a sociedade brasileira hoje vítima de um Estado judicializado.

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