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Governo afirma que recuperou dados de vacinados após ataque

by Yancey Cerqueira
12 de dezembro de 2021
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Brasil tem 50 milhões de vacinados com 2 doses ou dose única

Foto Ilustrativa

Governo diz que todos dados de imunização contra covid-19 foram restaurados; outras plataformas seguem indisponíveis

O Ministério da Saúde informou neste domingo, 12/12, que o processo de recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a covid-19 no País, contidos na plataforma Conecte SUS, foi concluído. A interface foi alvo de ataque cibernético na sexta-feira, 10. Em nota, a pasta afirmou que não houve perda de informações e todos os dados foram restaurados. A invasão também atingiu outros sistemas do governo federal.

Na tarde de sábado, 11, o ministério disse que as plataformas comprometidas pelo ataque hacker devem voltar a ficar disponíveis para a população nesta semana. Não houve, no entanto, a divulgação da data prevista para o restabelecimento, tampouco a especificação dos sistemas que seguem violados. Na nota divulgada neste domingo, foi informado que “a pasta trabalha para restabelecer o mais rápido possível os sistemas para registro e emissão dos certificados de vacinação“, que, até o momento, seguem fora do ar.

O grupo hacker Lapsus$ Group assumiu a autoria da invasão que tirou do ar o site do ministério, o Painel Coronavírus, o e-SUS Notifica, o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI) e o Conecte SUS, que exibe dados de vacinação contra a covid-19. A plataforma de controle e registro das pessoas vacinadas no País ainda segue sem apresentar as informações dos cidadãos, mas, como informaram os técnicos da Saúde, não há risco de perda de informações.

A PF (Polícia Federal) e o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República seguem desde sexta-feira trabalhando para elucidar o caso. A PF instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias e os envolvidos no ataque. O Núcleo de Operações de Inteligência Cibernética é o responsável por conduzir as investigações, que neste momento se encontram em fase de perícia preliminar. A força tarefa montada para identificar os autores do atentado cibernético, e mensurar os danos causados, constatou que os bancos de dados não chegaram a ser criptografados pelos hackers.

O ataque cibernético retardou a implementação da portaria editada pelo governo federal para regular a entrada de viajantes internacionais no País, como forma de frear a contaminação pela variante Ômicron da covid-19.

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