Quase 70% dos brasileiros completaram a vacinação contra a covid-19
O Brasil atingiu no sábado, 29/1, a marca de 149.657.395 cidadãos e cidadãs que receberam a segunda dose ou a dose única, o que representa 69,66% da população nacional. Os dados foram compilados pelo consórcio de veículos de imprensa do com base nas informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.
Desde as 20h de ontem, 117.846 pessoas finalizaram o esquema vacinal contra a covid-19. Neste período, 116.634 brasileiros se vacinaram com a segunda dose e outros 1.212, com a única. Também houve a aplicação de 232.576 primeiras e 402.453 de reforço, totalizando 752.875 doses ministradas nas últimas 24 horas.
Até o momento, 164.642.461 brasileiros tomaram a primeira dose, o que correspondente a 76,64% da população nacional. O total de doses de reforço aplicadas até aqui chegou a 44.367.595. Também foram vacinadas 1.338.481 crianças de 5 a 11 anos com a primeira dose.
O estado de São Paulo segue em primeiro lugar com a maior porcentagem da população com vacinação completa: 79,29% de habitantes.
Até o momento a Bahia tem 11.098.647 pessoas vacinadas com a primeira dose, 264.334 com a dose única, 9.421.060 com a segunda dose e 2.323.758 com a dose de reforço. Do público de 5 a 11 anos, 56.315 crianças já foram imunizadas.
Sem dados integrados, Saúde dificulta análise de impacto da vacina
Pouco mais de um ano após o início da imunização contra a covid-19, o Brasil sofre com a dificuldade em obter dados sobre a efetividade das vacinas.
O Ministério da Saúde, responsável pelos dados no país, ainda não publicou nenhum estudo que relacione a vacinação às internações e mortes provocadas pela doença.
Segundo especialistas da área, além de não demonstrar “interesse” em aferir essa efetividade, o modelo de gestão de dados usado pela pasta dificulta que projetos façam esse levantamento.
Alguns dos principais pesquisadores de projetos de dados sobre covid-19 no país. Os especialistas relatam que a dificuldade ocorre porque há um problema tecnológico para chegar a percentuais de pessoas internadas ou mortas com vacinação completa, atrasada ou mesmo não imunizada – e estratificar isso em grupos etários, por exemplo.





