Resultados refletem a péssima qualidade do desmotivado Baianinho
Os quatro clubes baianos que participam das Séries C (Vitória) e da D (Atlético de Alagoinhas – bicampeão 2022, Jacuipense – vice, e Juazeirense) estrearam sem vencer nas competições nacionais.
A pior situação, em tese, é a do Vitória, segundo time em torcida e títulos na Bahia, e que perdeu duas partidas seguidas em Belém, para o Remo (2 a 1) e para o modesto Floresta (0 x 1), no Estádio Manoel Barradas, em Salvador.
Sem participar de quatro semifinais do Baianinho e quedas seguidas do Brasileiro para as Séries B (onde ficou 3 anos) C, no ano passado, o clube vive uma das sérias crises administrativa e financeira da história.
Com grupos rachados no Conselho Deliberativo, onde cada um se acha dono do clube, o Vitória não ganha um título há 5 anos, transformou nesse período o antigo santuário em ‘Barrafest’ para adversários, que, mesmo com orçamento muitíssimo inferior e tecnicamente menos qualificados, vencem constantemente em qualquer competição.
Por outro lado, o bicampeão do Baianinho (competição que desceu a ladeira desde 2003 com a gestão continuada hoje na FBF – Federação Bahiana do Fracasso –, que derrubou a entidade do 5º lugar para o 9º no ranking da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), que corre o mesmo risco de decadência), começou a Série D com derrota por 1 a 0 para o Asa, de Arapiraca (AL).
O Jacuipense, vice-campeão baiano 2022, não conseguiu vencer o Sergipe, em casa, no Estádio Eliel Martins (Valfedão) e ficou no empate por 1 a 1 decepcionando os torcedores depois da bela campanha no Estadual quando ficou as 7 primeiras partidas invicto.
Já a Juazeirense também em casa, no Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro, apenas empatou com o modesto CSE (Centro Esportivo Alagoano) por 1 a 1. Este ano, a ADJ se salvou da queda no Baianinho na última rodada. No ano passado, a equipe fez excelente campanha na Copa do Brasil chegando a terceira fase. Este ano, a Juazeirense também avançou para a terceira fase depois de eliminar o Vasco da Gama e vai enfrentar o bicampeão da Libertadores, o Palmeiras, dias 30 de abril, em São Paulo, e 10 de maio, em Juazeiro, embora o estádio municipal não tenha a capacidade mínima exigida: 10 mil torcedores. O mandatário da Juazeirense, o deputado estadual, Roberto Carlos, garantiu que a partida vai ser no Adauto Moraes.





