A inflação oficial acumulada em entre 2018 e 2021 é de 28,7%
A riqueza da cidade, que tem a 7ª receita dos 417 municípios da Bahia, não se traduz em bem-estar para a população muito menos para aqueles diretamente são responsáveis pelo atendimento dos candeenses e das candeenses no serviço público: os servidores.
Depois de acompanhar Rui Costa (PT) por 5 anos, a quem seguia até João Leão romper este ano, e que não reajustava os salários dos servidores no maior recorde da história de um governador baiano, superando até ACM nos anos 90, e de todos os prefeitos de Candeias, o autarca concede apenas 10% (dez por cento) de reajuste como um ganho. O pseudo aumento não cobre, sequer, a inflação do ano passado: 10,06. Em 2016, a inflação foi de 10,6 % e o então prefeito, Sargento Francisco, concedeu 12%. “É uma esmola”, disse o então vereador, hoje autarca que vai deixar o cargo devendo gestão e promessas..
O autarca também disse que vai dar o piso salarial do professor. Se a assessoria não informou é Lei Federal. Mesmo que o município não possa cumprir, o que não é o caso de Candeias (R$ 40 milhões por mês), o Governo Federal complementa.
Além de amargar uma perda considerável, os servidores assistem ao aumento real da arrecadação de Candeias que passou de R$ 269 milhões em 2016 para R$ 459 milhões em 2020, ou seja, 70% (setenta por cento) ou 7 vezes mais.
O aumento é atribuído a duvidosa competência do secretário da Fazenda, Camilo Pinto, que arrocha empresa com IPTU, ISS e taxas municipais, as mais caras da região. Na avaliação das contas de 2018, o TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) encontrou várias irregularidades, mas aprovou com ressalvas. Por ser seguidor da esquerda, o secretário falta apenas cobrar pelo vento aos munícipes e empresas.
Sobre as contas de 2020, o procurador de TCM também registrou, além do conselheiro relator, Fernando Vita, novas sérias irregularidades como a dispensa de licitação de R$ 41 milhões. Para aliviar a tensão, ex-PP, conselheiro Mário Negromonte, pai do deputado Mário Negromonte Jr., pediu vista há mais de um mês.
Serviço público e administração caóticos
Quem vai a Candeias não entende como a cidade que, em 3 meses, arrecada mais que 40% dos municípios baianos pode ter prédios públicos quase abandonados, escolas e postos de saúde sucateados e moradias indignas para cidadãos e cidadãs que sequer sabem para onde vai a grande receita municipal.
A maioria das obras em Candeias vem de verba parlamentar (estadual ou federal), muitas de gestões passadas.





