São cinco 5 anos de defasagem, desdém, descaso e demissões por perseguição que saem do ‘Curral da Vingança’
A falta de sensatez está cada vez mais presente no dia a dia, principalmente, de políticos que assumem o poder se achando dono do setor público e, quando saírem – e todos saem – não deixam nenhum legado para os cidadãos ou cidadãs.
O caso de Candeias, cidade que arrecada R$ 460 milhões por ano, ou R$ 38,3 mi por mês, é o símbolo de uma desastrosa gestão, impiedosa com o futuro da população que não sabe, mas o caixa da Prefeitura do autarca tem quase R$ 300 milhões (isso mesmo trezentos milhões depositados, por coincidência, na Caixa Econômica) e o banco fatura com empréstimos a 5% ou mais aos mesmos candeenses em torno de R$ 15 milhões, além de R$ 30 milhões com cheque especial e mais R$ 40 milhões com os juros dos cartões Caixa. Enquanto o banco ganha, o candeense, somente perde.
Nesse período da atual gestão, foi concedido apenas um reajuste de 6 por cento em janeiro de 2018 e de 2017 até hoje a inflação se aproxima de 30%. Este ano, ofereceu mais 10%. Ainda deve mais de 11%, além das diferença em dinheiro por não conceder nada em 2018, 2019, 2020 e 2021. São os servidores que atendem os quase 90 mil candeenses nas repartições públicas.
Apesar de ter sido o eleito, quem menos decide é o autarca que se submete aos caprichos do ‘Curral da Vingança’ que opera dentro do gabinete com os asseclas e lambe-botas que orientam maliciosamente para não gastar o dinheiro do povo e perseguir. De lá, saem perseguições como o BahiaOn vai publicar amanhã.
Com isso, prédios públicos, escolas, postos de saúde e a infraestrutura estão entre as piores da Bahia, embora seja uma das 10 mais ricas cidades do Estado.
Porém, hoje, Dia do Trabalhador, de forma acintosa – para não usar outra expressão, a Prefeitura, que corta alimentação, água mineral, papel tolha, papel higiênico, não concede reajuste e deixa faltar equipamentos e remédios nas unidades de saúde, publica ‘Parabéns aos Trabalhadores’ nas redes sociais.
Indiferença ou ironia? Não deu para ver que ficou muito, mas muito feio.





