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Candeias: Mais um comissionado da Saúde pede demissão

by Yancey Cerqueira
6 de maio de 2022
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Candeias: Mais um comissionado da Saúde pede demissão

Hospital José M. dos Santos (Ouro Negro) / Candeias/BA

Depois de Breno Konrad e Laura Moura, agora foi a vez da coordenadora de enfermagem do Hospital Ouro Negro, indicada pelo ex-secretária de Saúde

O caos na saúde do 7º município mais rico da Bahia com R$ 460 milhões por ano – ou R$ 38 mi por mês –, não tem fim.

Mesmo com a intervenção federal que, julho completa o 6º ano e de forma inexplicável não anda nem desanda, os casos de desmandos no Hospital José Mário dos Santos (Ouro Negro) são mais que gritantes, assim como em todas as unidades de saúde.

No mês de março, pediu demissão o diretor do Centro Médico Luiz Viana Filho, o médico Breno Konrad, que confidenciou a amigos as dificuldades que tinha, além de Laura Moura, coordenadora administrativa que também não atendia as necessidades diárias e imprescindíveis, e que saiu depois de uma queixa de ‘suposta injúria racial’ contra Greice Gomes, assessora parlamentar do vereador Robinho, do Avante, e da base do autarca do Palácio Ouro Negro.

Agora foi a vez de Cláudia Tourinho, coordenadora de enfermagem, indicada pela ex-supersecretária e prefeita ‘ad hoc’, Soraia Cabral. A coordenadora tinha, segundo apuro a redação, sérias dificuldades de relacionamento com subordinados.

Até hoje, o município usa equipamentos de outra cidade para esterelização de instrumentos porque o equipamento do Ouro Negro está parado e desativado há 3 anos sem uso; o caso do bebê cujo corpo foi arrumado ao lado de um contêiner de lixo, a comerciária que morreu por falta de aparelho de ultrassom – desativado no meio da pandemia – e a instalações que parecem casas em escombros.

Apesar disso, mesmo quase 2 meses depois da exoneração da coordenadoria administrativa ninguém foi nomeado. Essa incumbência. Inclusive, é da interventora, Cláudia Viana, nomeada pelo juiz federal Ávio Mozart, responsável pela intervenção em julho de 2016 e que se mantém tudo indica porque não foram resolvidas as irregularidades apontadas para tal ação judicial naquele ano.

Enquanto isso, os olhos das autoridades ficam vendados para não enxergar o quanto é deficiente o hospital, apesar de único e útil para os 90 mil candeenses.

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