Processo se arrastava há 2 anos e os 6 edis que eram alvo da ação ganharam na Justiça Eleitoral
A decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre a AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral), no fim da semana passada, é resultado da apuração de suposta corrupção ou fraude praticadas nas eleições de 2020 pelos então integrantes do DEM (hoje, União Brasil), quando foram eleitos seis edis: o então presidente da Câmara: Divanilson Mascarenhas, André Luís da Silva (André da Saúde), Edson Carneiro (Suita), Laelson Neves, Raimundo Freitas (Mundinho da Pintombeira) e Raimundo Simas.
Por unanimidade, o Plenário do TSE rejeitou os embargos de declaração com voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, seguido pelos ministros Ricardo Lewandowiski, Cármen Lúcia, Benedito Gonçalves, Raul Araújo e Carlos Horbach.
Foram autores da ação Arnon Pereira de Santana, José Luiz Carneiro de Souza, Marcos Murilo Mascarenhas e Weima Fraga, que questionaram supostas irregularidades durante a campanha e o pleito.
Decisão foi comemorada pelos integrantes da Jacuzada como é conhecida a hoje oposição ao prefeito Dudy, do PSD, que integra o grupo conhecido como Macacada.





