Suposta desconfiança com o destino de mais de R$ 40 mil por mês faz quase metade dos condôminos suspender pagamento
Informações preliminares, que ainda devem ser confirmadas em auditoria nas contas do Condomínio Trobogy nos últimos 2 anos, levam a uma suposta inadimplência de 45% (quarenta e cinco por cento) dos 576 condôminos, que, ao analisarem as despesas deparam com uma gastança jamais vista com pintura de sinalização, jardinagem e poda de arvores, além de outras. Ou seja, 260 condôminos não quitaram as mensalidades nos últimos meses.
Se todos os condôminos pagarem as cotas condominiais em dia, a receita mensal seria, ao valor de hoje (R$ 70), de R$ 40.320,00 (quarenta mil, trezentos e vinte reais), mas diante de todas as manobras próximo as eleições (2 meses antes), além de uma taxa extra aprovada em assembleia por menos de 12% dos condôminos no valor de R$ 52 elevando a mensalidades para R$ 122 durante 5 meses, seriam teoricamente as razões do desastre administrativo financeiro da gestão que já findou dias após a eleição. A taxa extra foi pedida para pagar dívidas com o IPTU, INSS e pintar o estacionamento.
Contudo, o derrotado síndico e equipe, atrasam a entrega da documentação, e pior, retirou vários documentos e objetos da sede da administração, que foram levados por um funcionário em sacos pretos no fim de semana passado (há testemunhas).
A sede está fechada desde 17h de sexta-feira, 11/8, para uma suposta dedetização que seria realizada apenas no dia 15, ou sejam mais de 100 da sede sem abrir. Mas o funcionário diz que é porque o novo síndico-eleito não quer que abra. Menos verdade.
No dia 9 de agosto de 2021, a atual gestão agradeceu por e-mail a eleição da chapa capitaneada pelo jovem Ruy e que como sub-síndico, que ocupa – sem ser proprietário –, o comando do condomínio.
Adredemente orientados, não entregaram ainda a gestão aos novos dirigentes que receberam mais de 60 por cento dos votos, ou seja, foram afastados pela vontade popular – mas medidas estão sendo tomadas e serão por via judicial.
Manobras
Importante frisar que as manobras começaram com a convocação da eleição no dia 27/7, um dia depois de uma ‘suposta assembleia’ (uma reunião de nada para coisa nenhuma) de apreciação de contas sem direito a voto. As contas não foram aprovadas pelos condôminos.
A má administração não apresentou sequer a CE (Comissão Eleitoral), comum em qualquer eleição que se presuma limpa.
No dia 4/8, se surpreenderam com a inscrição da Chapa ‘Humanizar o Trobogy’, aos 45 minutos de 2º tempo, e que venceu por 69 a 45.
No dia do pleito (5/8), a gestão não apareceu enviando apenas o funcionário que ignora condôminos, que até hoje garante que pode participar de assembleia, local de voz e voto de condôminos, filiados ou sócios.
Os condôminos, por aclamação, constituíram a Comissão Eleitoral que dirigiu a Assembleia que consagrou a Chapa 2.
Até hoje, os perdedores não assumiram a derrota e querem provocar o caos no Condomínio Trobogy.





