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CBF: A farra de passagens áreas para familiares

by Yancey Cerqueira
17 de dezembro de 2023
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Avião que transportava Bolsonaro precisa arremeter em Minas Gerais

Foto: Ilustrtativa

O ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ednaldo Rodrigues, um dos rápidos períodos na entidade, recebeu mais uma acusação de mau uso dos recursos da Confederação, desde que foi afastado do cargo pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Desta vez, a Folha de São Paulo afirma que obteve notas fiscais que comprovam o pagamento de despesas de viagem de familiares do ex-presidente da FBF (Federação Bahiana de Futebol), onde o legado é rebaixamento no ranking de federações e redução de árbitros baianos o quadro nacional para jogo do Brasileiro.

Segundo o veículo de imprensa, foram faturadas em nome da entidade passagens aéreas e hospedagem em hotéis de luxo de ao menos sete familiares e parentes de Ednaldo, afastado do cargo na semana passada pela Justiça do Rio de Janeiro e confirmado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Filha de Ednaldo, Rafaela Brandt teve o maior valor registrado, com R$ 54.374 em hospedagens no Grand Hyatt Rio, entre janeiro e fevereiro, e na unidade do hotel em São Paulo em julho e agosto.

Ela também teve uma passagem de Salvador ao Rio de Janeiro, em 17 de fevereiro, véspera do Carnaval, paga pela entidade no valor de R$ 2.406.

No mesmo voo pré-carnavalesco, houve bilhetes emitidos por conta da entidade para Gabriel Brandt, marido de Rafaela, além dos dois filhos pequenos do casal e de Rita Galvão, mulher de Ednaldo, e Taise Galvão, diretora de Competições da FBF e cunhada do presidente afastado.

Houve ainda pagamento de hospedagem a Taise no Grand Hyatt São Paulo entre 30 de julho e 8 de agosto ao valor de R$ 16.861.

De acordo com a coluna Painel, a assessoria de imprensa da CBF disse não poder mais falar sobre os atos de Ednaldo, uma vez que ele está afastado da entidade. O advogado Pedro Trengrouse, que defendia os interesses dele no cargo, deu a mesma explicação para não se manifestar.

Ele não encontrou no Rio de Janeiro nem em Brasília uma magistrada como Marivalda Moitinho Almeida, afastada do TJ (Tribunal de Justiça da Bahia) pela Faroeste, que sumariamente o absolveu no caso Liédson, mas o Tribunal de Justiça recusou a decisão a pedido do MP, porém, por prescrição, não houve absolvição nem condenação. O caso está em reportagem no Youtube – Caso Liédson.

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