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Brasileiros já pagaram R$ 2,5 trilhões em impostos em 2025

by Yancey Cerqueira
21 de agosto de 2025
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Mercado financeiro prevê índice de inflação na metade em 2022

Marca foi alcançada 23 dias antes que em 2024 e divulgada pelo Impostômetro, em São Paulo

Até ontem, 20/8, os brasileiros pagaram R$ 2,5 trilhões em tributos desde o começo do ano.

Valor foi registrado pelo Impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e representa o total de impostos, taxas e contribuições pagos aos governos federal, estaduais e municipais desde o início do ano, incluindo multas, juros e correção monetária.

Neste ano, a marca foi alcançada mais cedo que em 2024, quando os R$ 2,5 trilhões foram pagos 23 dias depois. O economista da ACSP, Ulisses Ruiz de Gamboa, afirma que o aumento da arrecadação aconteceu por diversos fatores, como o aquecimento da atividade econômica.

“A inflação também desempenhou um papel relevante, uma vez que o sistema tributário brasileiro é majoritariamente baseado em impostos sobre o consumo, que incidem diretamente sobre os preços dos bens e serviços”, explica.

Para o economista, outros fatores explicam o crescimento da arrecadação:

a tributação de fundos exclusivos e offshores;

mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;

retomada da tributação sobre combustíveis; a tributação das apostas (Bets);

impostos sobre encomendas internacionais (como a taxa sobre as “blusinhas”);

a reoneração gradual da folha de pagamentos;

o fim de benefícios fiscais para o setor de eventos (PERSE);

o aumento das alíquotas do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);

e o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

IOF

A decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes de restabelecer um decreto do governo que alterou alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) manteve mudanças que atingem operações de crédito, câmbio, seguros e investimentos em fundos.

Moraes decidiu validar o Decreto 12.499/2025, revogando somente as alterações que governo sugeriu na cobrança do imposto em operações de “risco sacado”.

Essa operação consiste no adiantamento de um valor a uma empresa, neste caso um fornecedor, antecipando um pagamento da compradora, um varejista, por exemplo, que seria feito a prazo.

Fonte: R7

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