A internet não é terra sem lei onde qualquer um possa tentar depreciar a imagem de outras pessoas de graça e sem consequências
Uma conversa que todos sabem qual é intenção – tentar prejudicar a imagem de alguém do qual discorda, respeita e teme – circulou nas redes sociais, principalmente grupos de WhatsApp, no fim de semana passado e foi repercutido em um site local.
Qual o objetivo de tais ‘barrigadas, factoide e fake News’?
Os responsáveis pela desinformação talvez não sabem que a internet não é terra sem lei tanto que já existe na Bahia, em Salvador, respondendo pela RM (Região Metropolitana) para cuidar de falsidades a citada, uma Delegacia para cuidar desses assuntos.
Tanto o vereador Sargento Francisco, como a engenheira e escritora Ingrid Brito, foram contatadas pela redação do Bahia On e, muito indignados, mas conscientes da mentira, prometem agir judicialmente o mais rápido possível.
Embora a Constituição Federal seja clara em relação a ‘liberdade de expressão’, se você não contrariar ideias do STF (Supremo Tribunal Federal) que vê crítica como ataque, há consequências para irresponsáveis.
Quem for vítima de notícias falsas pode procurar a Justiça para exigir desmentir a notícia falsa nos meios usados, além de indenização por danos morais que pode variar em relação a importância das vítimas que foram acusadas.
Além de desmentirem taxativamente o suposto relacionamento, o Sargento Francisco disse que hoje mesmo já conversa com os advogados, assim como também disse a escritora Ingrid Brito para adoção das medidas legais cabíveis.
E não ainda tentar apagar as mensagens. O print é eterno e, mais, os administradores de WhatsApp ou de outras redes sociais, como Instagram, Facebook e X (ex-Twitter), também responsáveis.
Delegacia
A DELECRIM/DERCC (Delegacia de Crimes Virtuais) investiga delitos praticados na internet, como fraudes bancárias, extorsão, invasão de dispositivos, difamação e golpes em redes sociais. No Brasil, o registro pode ser feito online via Delegacia Virtual do seu estado, SaferNet Brasil, ou, em casos graves, no DERCC (Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos).





