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Bahia lidera inadimplência empresarial no Nordeste

by Yancey Cerqueira
20 de março de 2026
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Foto: Marcelo Casal / Agência Brasil

Apesar de queda registrada em janeiro

A Bahia concentrou o maior número de empresas inadimplentes do Nordeste em janeiro de 2026, com 321.980 CNPJs negativados e R$ 4,17 bilhões em dívidas. No mesmo período, a região somou 1.161.678 empresas inadimplentes, que acumularam 5.997.925 dívidas no valor total de R$ 17,4 bilhões, segundo a Serasa Experian.

Os dados posicionam o estado à frente de Pernambuco, com 208.948 empresas inadimplentes, e do Ceará, com 184.599. Na Bahia, o volume de dívidas negativadas chegou a 1.612.287 registros, totalizando R$ 4.177.816.225. Na comparação com a série histórica de 2025, o número de empresas inadimplentes na Bahia recuou em janeiro após atingir o pico de 386.175 CNPJs em dezembro. Ao longo do ano passado, o estado apresentou crescimento contínuo, saindo de 331.383 empresas inadimplentes em março para 375.330 em outubro e 383.297 em novembro.

O volume de dívidas também acompanhou o avanço ao longo de 2025, passando de R$ 5,51 bilhões em março para R$ 6,57 bilhões em dezembro. Em janeiro de 2026, o montante caiu para R$ 4,17 bilhões, com redução também no número de dívidas negativadas, que havia alcançado 2.184.965 registros no fim do ano passado. Cada empresa baiana inadimplente possuía, em média, 5,0 dívidas em janeiro, abaixo dos patamares entre 5,6 e 5,9 registrados ao longo de 2025. A dívida média por CNPJ ficou em R$ 12.975,39, inferior aos valores que variaram entre R$ 16,6 mil e R$ 17,4 mil no ano anterior.

Entre os setores das empresas negativadas no país, “Serviços” liderou com 55,3% do total em janeiro de 2026 e, na sequência apareceram “Comércio” (32,7%) e “Indústria” (8,1%). Na análise por origem das dívidas, o setor de “Serviços” também concentrou a maior fatia, com 31,5% das negativações; em seguida, aparecem “Bancos e Cartões”, com 19,4%. No cenário nacional, o Brasil registrou 8,7 milhões de empresas inadimplentes em janeiro, número inferior aos 8,9 milhões de dezembro de 2025. Ao todo, foram contabilizadas 60,1 milhões de dívidas, que somaram R$ 201,7 bilhões.

Apesar da redução mensal, o nível de inadimplência permanece elevado, segundo a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack. “A redução do número de empresas inadimplentes em janeiro não representa, necessariamente, uma mudança de tendência. A oscilação mensal costuma refletir fatores pontuais, como renegociações e regularizações concentradas no fim do ano, e não uma melhora estrutural da capacidade de pagamento das empresas”.

Segundo a especialista, o comportamento do início do ano no ambiente corporativo tem dinâmica própria. “Diferentemente do consumidor, as pressões típicas de início de ano não afetam as empresas com a mesma intensidade. Para o setor empresarial, janeiro tende a ser um mês de pouca variação operacional relevante, já que os maiores desembolsos trabalhistas ocorrem em dezembro. Em alguns segmentos, como comércio e serviços ligados ao varejo, o período ainda conta com liquidações e ajustes de estoque que ajudam a sustentar o caixa”, afirma.

Fonte: Tribuna da Bahia

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