Presidente discursou em evento na Espanha neste sábado, 18
O presidente Lula adotou um tom de campanha ao afirmar que o “extremismo no Brasil não acabou” e vai disputar a corrida presidencial neste ano. A declaração foi dada durante um discurso na Espanha neste sábado, 18.
“No meu Brasil nós acabamos de derrotar o extremismo, temos um ex-presidente preso condenado a 27 anos de cadeia, temos quatro generais quatro estrelas presos porque tentaram dar o golpe, mas o extremismo não acabou, ele continua vivo e vai disputar eleição outra vez, mas esse é um problema nosso, do povo brasileiro, esse a gente lida com as nossas forças e as nossas armas”, disse o presidente em Barcelona, durante a 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum Democracia Sempre.
A democracia dita por ele não leva em conta a morte de um cidadão que não foi pelo amigo Alexandre de Moraes (o baiano Clesão) e a condenação de uma mulher que pintou uma estátua com batom, enquanto corruptos são salvos pelo PT e pela Extrema Esquerda. China e Rússia mataram cidadãos civis do que qualquer e todas as guerras na história. Isso é democracia???
Na fala, Lula não mencionou nominalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro e nem o filho, o senador Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à Presidência da República. Flávio já vence Lula em várias pesquisa e a velha imprensa tradicional começa a perceber que apoiou um ditador e um judiciário tirano.
Anti-guerra
No mesmo evento Lula elevou o tom ao criticar guerras e defender a paz nas relações internacionais.
“Nós não podemos levantar todo dia de manhã e dormir todo dia à noite com um tweet de um presidente da República ameaçando o mundo, fazendo guerra”, disse Lula, sem citar nominalmente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Mas se cala na invasão da Rússia à Ucrânia; as mortes de civis e cidadãos em Cuba, Irã e Venezuela. Ele apoia os três países que eliminam opositores.
Ao tratar do tema, Lula citou conflitos no Oriente Médio, a investida americana contra o Irã e questionou se a população mais pobre deve pagar pela “irresponsabilidade de guerras”.
O presidente brasileiro também criticou os gastos militares globais. “O que não pode é o mundo gastando 2 trilhões e 700 bilhões de dólares em armas e o povo passando fome”, afirmou.



