Depois de denúncias do BahiaOn, gestor chamou as Secretarias de Finanças e Obras para produzirem. E ele, onde estava?
Há três semanas, a redação do BahiaOn, portal de informações, constatou no DO (Diário Oficial do Município) e divulgou, a paralização de várias obras na cidade de Candeias, na Região Metropolitana a 46 km de Salvador.
No documento, constatava decretos do gestor municipal que determinava a suspensão de obras em várias localidades e, principalmente, a da Avenida Wanderley de Araújo Pinho, no Centro, que começaria logo depois de lançamento com festa e show de pedra fundamental no fim de 2017. Até agora não terminou.
Também foram paralisadas obras em vários distritos e bairros da cidade.
Porém, depois da publicação das informações, o prefeito chamou auxiliares e o secretário de Obras, Rosevaldo Adorno, no gabinete, para pedir aceleração a fim de mostrar serviços até 14/8, aniversário da cidade.
Pagamento de músicos locais
Na semana passada, o BahiaOn recebeu uma denúncia, e quem fez pediu sigilo absoluto, de que os cantores e bandas que se apresentaram no São João, que terminou no dia 27/7, não haviam recebido os cachês numa verdadeira incoerência porque os astros nacionais embolsam 50% na assinatura do contrato e os outros 50% antes de subirem ao palco. Todos eles foram pagos.
Porém, os cantores e bandas de Candeias e Região sequer tinham expectativa, o que começou a ocorrer a partir de se tornar público essa disparidade. O cachê de todos os artistas candeenses e regionais não deve ser superior a metade de qualquer artista de renome nacional.
Para isso, o secretário de Finanças, Camilo Pinto, e assessores foram chamados adiantaram os processos de pagamento, que começou a ser feito.
Candeias deve ter em caixa mais de R$ 300 milhões, incluindo os R$ 117 milhões que recebeu dos precatórios não tem explicação atrasar pagamento de cidadãos ou cidadãs candeenses. Apeaar disso, um terço das escolas estão sucateadas, os postos de saúde abandonados, ruas e estradas esburacadas e não tem aula por falta professor e bom atendimento à saúde por de técnico, auxiliar e enfermeiro.
Empréstimo
Além disso, o empréstimo de R$ 45,5 milhões que a gestão pressionou e obrigou os vereadores a votarem praticamente ainda não começou a ser usado. Os juros finais somam mais de r$ 52 milhões, ou seja, débito total de quase R$ 100 milhões para os candeenses.





