Outras ações ainda correm na Justiça e mais demitidos devem voltar por decisão liminar
A Justiça baiana já fez retornar ao trabalho 132 dos efetivos exonerados naquele que ficou conhecido como o “Decreto da Maldade”, de exonerações do prefeito de Candeias, a cidade que não alcança 40% de gasto com a folha com imite de 54% da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), e tem mais de 7,5 mil desempregados, menos a família do gestor (mulher, irmão, cunhado, sobrinho, primo, genro, etc.).
Segundo informação do presidente do Sisemc (Sindicato dos Servidores Municipais de Candeias), Juscelino Santos, a toda semana saem decisões que beneficiam os afetados por decisão do prefeito, que, de acordo com a Lei, deveria saber desde 2017 do assunto, mas esperou o limite de tempo para ser prejudicado na eleição de 2020.
O “Decreto da Maldade”, de 2021, exonerou 789 funcionários públicos, mas pela forma – açodada e sem critérios, comum na gestão que privilegia os ‘nossos familiares e parentes’ –, a Justiça tem obrigado o retorno e as publicações se acumulam no DO (Diário Oficial) com a expressão “anula o decreto tal”.
Essa situação se alinha as promessas de criação de mais de 5 mil empregos feitas momentos antes da eleição de 2020, que até sequer criou 1% (um por cento) e as esperanças diminuam com a omissa Secretaria de Emprego e Renda que naa rua e ruas políticas ganham contornos de “sec fantasma’.
E para gastar os recursos da cidade, a gestão contratou recentemente uma empresa de administração de pessoal no valor de R$ 21 milhões, que se fizesse direto, poderia economizar para a cidade em torno de R$ 500 mil.





