Prefeito parece desconhecer problemas na saúde (atendimento e remédios), na educação (escolas sem professor e reformas meia-boca) e obras mais que superfaturadas
No dia 25 de fevereiro último, o prefeito Ériton Ramos (PP) fez, como é de praxe, o discurso na abertura dos trabalhos legislativos para o ano de 2026 em fala que durou aproximadamente 30 minutos.
Em geral, o gestor mostra todos os feitos do último ano e apresenta o que presente realizar no ano que está começando.
Este ano, além de repetir promessas de melhorias feitas em 2025, o gestor parece estar falando de Oslo, na Noruega, Estocolmo, na Suécia, ou Helsinque, na Finlândia, onde os problemas na saúde, na educação, na economia e no social praticamente não existem. Em Candeias, não faltam erros e falhas.
Na Saúde, os candeenses procuram postos e unidades que nem sempre têm remédios básicos, na Educação vão às aulas e nem sempre tem professor ou auxiliar de classe, além de ter um alto índice de desemprego já que desde a gestão passada as empresas deixaram a cidade pela alta carta tributária, além de não haver nenhum incentivo fiscal, e descaso com o social na cidade que tem uma das maiores receitas dos 417 municípios baianos.
Decisões são tomadas pelo prefeito que determina o que o secretário deve fazer, mas sem verba, recursos eles não podem cumprir.
Denúncias
Ao longo de 2025, além de pronunciamentos nas sessões da Câmara Municipal de Candeias, o vereador Sargento Francisco tem feito denúncias e apresentado ações no MPE (Ministério Público Estadual) em Candeias e MPF (Ministério Público Federal) contra superfaturamento em serviços e obras.
Na sessão passada, 4/3, o vereador questionou a situação da saúde no município que, em 2025, teve arrecadação total de RS 531.423.555,53 sendo R$ 189.141.931,12 de receita própria, ICM, IPTU e CID pagos pelos candeenses. Além do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) em torno de R$ 65 mi.
O Sargento Francisco, no ano passado, advertiu por várias vezes o atual gestor sobre o uso do CPF, que não é de quem pede ou manda ‘prefeita ad hoc’, já cheia de processos federais, e o dele vai no mesmo caminho.





