O futebol chinês enfrenta um turbilhão de mudanças após a ACF (Associação Chinesa de Futebol) anunciar que 73 pessoas foram banidas permanentemente por envolvimento em um escândalo de corrupção, incluindo manipulação de resultados.
Esta medida foi anunciada na quinta-feira, dia 29/1, marcando um capítulo significativo sob a vigorosa campanha anticorrupção liderada pelo governo chinês.
Detalhes do escândalo
A decisão atinge também 13 clubes profissionais, com sanções pesadas sendo aplicadas a 11 dos 16 clubes da Superliga Chinesa. As investigações descobriram que esquemas de apostas ilegais estavam em operação, alterando resultados de partidas.
Impacto nas estruturas do futebol
As penalidades incluem perda de pontos e multas pesadas, resultando em alteração significativa na classificação das equipes para a temporada 2026. Equipes como o Tianjin Jinmen Tiger e Shanghai Shenhua sofrem as sanções mais severas, perdendo 10 pontos e enfrentando multas de 1 milhão de yuans (aproximadamente R$ 750 mil).
Tais ações buscam restabelecer a disciplina e a integridade no futebol local.
Papel do governo na repressão à corrupção
A campanha contra a corrupção esportiva faz parte de um movimento nacional mais amplo sob a liderança de Xi Jinping. Este esforço intensificado reflete uma tentativa de alinhar práticas esportivas com padrões globais de integridade.
O governo chinês está determinado a eliminar práticas ilícitas e restaurar a confiança no esporte, impondo medidas severas contra atividades corruptas.
A expectativa é que essas ações rigorosas ajudem a recuperar a confiança dos fãs e patrocinadores no futebol chinês. Com a temporada 2026 começando em março, os clubes afetados enfrentarão desafios significativos na tabela de classificação devido às sanções impostas. Observadores locais e internacionais agora aguardam para ver como essas mudanças impactarão o futuro do esporte na China.
Fonte: Mix Conteúdos





