A CPI da Covid-19, da Assembleia do Rio Grande do Norte, aprovou, a partir de requerimento apresentando pelo presidente, deputado estadual Kelps Lima (Solidariedade), a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Eduardo Gabas.
“A base de informação para esse pedido foi disponibilizada para os deputados, mas ela não pode ser tornada pública, porque tem como base documentos sigilosos da CPI”, explicou Kelps Lima.
O requerimento de Lima contou com a aprovação do relator dos trabalhos, o deputado Francisco do PT e ainda Ubaldo Fernandes (PL), que substituiu o titular e colega de mesmo partido, George Soares e Gustavo Carvalho (PSDB).
Carlos Gabas foi convocado para depor no dia 6/10, mas usou do direito constitucional de se manter em silêncio, diante de possíveis perguntas que seriam feitas a ele sobre a compra frustrada de 30 respiradores que causaram prejuízos de R$ 4,8 milhões aos cofres públicos do Rio Grande do Norte.
Além disso, precisaria explicar a transferência de R$ 4 mi dos nordestinos para a prefeitura de Araraquara (SP), do gestor Edinho do PT.





