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Cresceu este ano número de brasileiros com dificuldades para pagar dívidas

by Yancey Cerqueira
27 de maio de 2023
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Pensão alimentícia pode ser revista se renda foi reduzida

Foto: Reprodução

Quase 64% dos inadimplentes devem aos bancos

A perda do emprego também o envolveu em uma situação que atinge hoje 66 milhões de brasileiros, segundo dados da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas): o jovem não consegue pagar suas contas.

A inadimplência, ou seja, as contas ou dívidas em atraso, atinge, segundo o CNDL, quatro entre dez brasileiros adultos.

O número de dívidas em atraso no Brasil, em abril deste ano, cresceu 18,42% em relação ao mesmo período do ano passado. A dívida com os bancos é, segundo o CNDL, o principal motivo da inadimplência: 63,8% do total.

Segundo Merula Borges, especialista em finanças da CNDL, a perda de renda é um dos motivos que levam as pessoas à inadimplência.

“Na pesquisa, quando as pessoas foram perguntadas sobre o motivo de elas terem entrado na inadimplência, elas disseram que tiveram perda de renda ou de si próprios, ou de alguém da família”, afirma Merula. “Isso é natural já que, quando a renda é menor, o espaço que os itens básicos ocupam no orçamento familiar é maior e as pessoas têm menos possibilidade de lidar com algum imprevisto que aconteça”.

Segundo a especialista, quem tem renda menor também precisa de mais disciplina financeira para evitar a inadimplência.

Merula diz que são necessárias políticas públicas que ajudem os brasileiros a saírem dessa situação de inadimplência. O governo federal prepara um programa, chamado Desenrola, que pretende renegociar até R$ 50 bilhões em dívidas de 37 milhões de pessoas físicas.

Palácio do Planalto Esbanja

Enquanto isso, Lula e Janja esbanjam em viagens, cartão corporativo, hotéis e moveis. Somente com uma mesa e sofá o casal gastou R$ 107 mil e, se não fosse o veto, seriam mais R$ 200 mil com uma cama. Com viagens levando até gente do MST (entidade sem CNPJ) se gastou milhões de reais. Aliado a isso, foram criados 13 ministérios somando 37 contra 15 nos EUA e 15 na França. Tem Ministério sem sequer sede. Funcionam em salas para conversas e bate-papo. Agora teremos o Picarro (picanha e carro popular) de R$ 68 e 68 mil reais, respectivamente.

Fonte: Agência Brasil

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