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Jair Bolsonaro tem piora no funcionamento dos rins, aponta boletim

by Yancey Cerqueira
14 de março de 2026
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Bolsonaro passa bem; filho divulga foto e critica esquema de segurança

Foto: Reprodução Redes Sociais (Arquivo)

Ex-presidente apresentou quadro de broncopneumonia

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou uma piora no funcionamento dos rins, de acordo com o boletim médico divulgado pelo hospital DF Star, em Brasília, onde está internado desde a sexta-feira, 13/3.

O liberal está internado na UTI da unidade de saúde com elevação dos marcadores inflamatórios. No entanto, o informe aponta que ele está clinicamente estável. Neste cenário, Jair Bolsonaro segue realizando tratamento com antibióticos.

Broncopneumonia

Bolsonaro deu entrada na unidade hospitalar na manhã de ontem, após apresentar febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.

Exames de imagem e laboratoriais confirmaram o diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa.

Conheça os riscos da doença

A broncopneumonia atinge os brônquios, bronquíolos e alvéolos, formando múltiplos focos de inflamação nos pulmões.

De acordo com informações da Rede D’or, as causas mais comuns da doença decorrem de bactérias, vírus ou fungos, além de complicações de gripes, resfriados e outras doenças respiratórias mal tratadas.

A infecção não é considerada contagiosa, porém, os microrganismos podem ser passados através de gotículas respiratórias ou contato físico próximo. Mas nem toda pessoa exposta desenvolverá a doença, que tem risco maior quando há imunidade baixa ou doença respiratória prévia.

Em que idades é mais comum?

A broncopneumonia é mais comum em crianças pequenas e idosos. No caso dos pacientes em terceira idade, os riscos aumentam devido a uma combinação de fatores como defesas imunológicas mais fracas, menor eficiência pulmonar e doenças associadas.

Enfraquecimento do sistema imunológico: com o passar do tempo, as pessoas enfrentam uma redução da eficiência do sistema imunológico, desta forma, o corpo começa a apresentar dificuldade para combater bactérias e vírus que causam infecções pulmonares;

Diminuição da capacidade pulmonar: os idosos sofrem com a perda da elasticidade. Além disso, os músculos respiratórios ficam mais fracos, dificultando a eliminação de secreções e, assim, permitindo que microrganismos se multipliquem nos brônquios e alvéolos;

Doenças crônicas: pessoas da terceira idade frequentemente têm doenças que aumentam o risco de infecção pulmonar como Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), Diabetes Mellitus, Insuficiência Cardíaca e doenças neurológicas que prejudicam a deglutição;

Risco de aspiração: alterações na deglutição podem levar à entrada de alimentos ou saliva nas vias respiratórias, podendo desencadear broncopneumonia.

Broncopneumonia pode matar?

Ainda segundo a Rede D’or, a broncopneumonia tem cura, na maioria dos casos, principalmente quando diagnosticada precocemente e tratada de forma adequada.

Os sintomas costumam melhorar entre dois e cinco dias após o início do tratamento adequado, variando conforme o microrganismo causador e a gravidade do quadro. No entanto, o tempo total de recuperação pode variar de 10 a 21 dias.

Em casos mais extremos, podem ocorrer complicações como insuficiência respiratória, derrame pleural, abscesso pulmonar, infecção generalizada e internação em UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

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