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Partidos tiram R$ 3,7 bilhões da educação, saúde e do social

by Yancey Cerqueira
18 de dezembro de 2021
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Foto Ilustrativa

Parlamentares decidiram a favor do auxílio para agricultores

O Congresso Nacional reservou parte da sexta-feira, 17/12, para analisar alguns vetos presidenciais. Vários vetos foram derrubados, acrescentando dispositivos a leis aprovadas pelo presidente da República ou incluindo toda uma legislação antes vetada por Jair Bolsonaro. As derrubadas de vetos de hoje beneficiaram agricultores familiares e agentes comunitários de saúde.

Além da derrubada do veto ao Fundo Eleitoral, que tira de setores como educação, saúde e social para os partidos políticos com apoio do MDB, PCdoB, PL, PP, PSD, PT, outros também foram derrubados na sessão de hoje. A derrubada do veto do presidente que não aprovou os R$ 5,7 bi, mas R$ 2 bi para o fundo eleitoral, transfere para as campanhas partidárias mais R$ 3,7 bilhões. Dentre eles está o veto a um projeto que previa ações emergenciais de auxílio à agricultura familiar. Esse projeto, aprovado no Congresso e apelidado de Lei Assis Carvalho 2, previa um auxílio ao setor até 2022. Entre as medidas da lei está o pagamento de um auxílio no valor de R$ 2,5 mil por família para produtores em situação de pobreza e extrema pobreza. Com a derrubada do veto, a lei será promulgada.

Os parlamentares também derrubaram o veto à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para autorizar o reajuste do piso salarial de agentes comunitários de saúde e de agentes de combate às endemias. Nas galerias do Congresso, representantes da categoria acompanharam a votação. O veto derrubado estabelece que a Lei Orçamentária e os créditos adicionais devem discriminar em categorias de programação específicas as dotações destinadas às despesas com o reajuste do piso das categorias.

O Congresso também derrubou o veto à criação de plano de assistência à saúde a policiais civis do Distrito Federal e seus dependentes e o veto à regulamentação da profissão de despachante.

Vetos não analisados

Outros vetos programados para análise no dia de hoje acabaram ficando de fora da pauta. Dentre eles, o veto ao projeto que garantia a distribuição gratuita de absorventes para mulheres de baixa renda, inclusive adolescentes. O veto ao programa emergencial de retomada do setor de eventos durante a pandemia de covid 19 também não foi analisado. Esses vetos deverão ser analisados em fevereiro.

Alguns pontos do veto à privatização da Eletrobras, como a autorização da compra de ações remanescentes da União por empregados e ex-empregados da Eletrobras e o aproveitamento de ex-empregados da empresa e de suas subsidiárias pelo Poder Executivo também ficarão para 2022.

Fonte: Agência Brasil

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