Decisão foi encaminha há pouco e foi a pedido de Moraes. Ambos com receio da vida do ex-presidente
O omisso procurador-geral da República, Paulo Gonet, acaba de opinar pela prisão domiciliar do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que tem estado de saúde abalado como resultado da facada do esquerdista Adélio Bispo, que nunca teve o sigilo fiscal, telefônico nem telemático quebrado para não implicar supostos mandantes. Ele já fez 9 cirurgias, tem crises graves de soluço e apneia do sono.
Cabe agora ao ministro Alexandre de Moraes, pressionado pelo caso Banco Master e contrato de R$ 129,600 milhões para a mulher dele e ligações telefônicas com Daniel Vorcaro, decidir quando vai enviar o ex-presidente para casa, mas com certeza, com mil e uma restrições, Bolsonaro não pode influenciar no pleito deste ano, se isso fosse possível.
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