Dez dos 13 edis votaram na chapa ‘Transparência é Essencial’; dois se abstiveram e houve uma ausência
Em solenidade que transcorreu com tranquilidade e sem intercorrências, os vereadores de Riachão do Jacuípe, na Bahia do Jacuípe a 196 km de Salvador, elegeram, na quinta-feira, 22/12, Raimundo Falconeri Rios (Chuá), presidente da Câmara Municipal para o biênio 2023/2024 com mandato que se inicia no dia 2 de janeiro próximo.
O presidente Zil de Barreiros abriu os trabalhos e o primeiro-secretário Franklin Santana fez a chamada nominal dos vereadores.
Aberta a votação com declaração de cada eleitor (não há voto secreto na Câmara) a chapa liderada por Raimundo Chuá, que tem como vice, Nem de Aureliano, primeiro secretário, João Igor, e segundo, Professor Leandro Magno, obteve 10 votos, com duas abstenções (Beto de Eny e Zil de Barreiros) e ausência de Ninho Motoboy.
Participaram da sessão especial, o prefeito, Carlos Matos, o vice, Felipe Sales, os vereadores, além dos já citados, Adonias de Barreiros, Franklin Santana, Gabriel Falcão, Irmão Boca, Marquinhos Leão e Meidian da Chapada.
Estiveram ainda, o vereador licenciado e secretário, Xavier Menezes, o ex-secretário Cristovão Ferreira, o suplente de vereador Célio Roberto, que deve assumir a vaga de Franklin Santana, que vai para a Secretaria de Serviços, a ex-vereadora Clécia, o ex-prefeito de Pé de Serra, Jorge Rios, e outros representantes da sociedade jacuipense.
Raimundo Chuá, do UB e integrante histórico do Grupo Matos, agradeceu o apoio de todos os que o apoiaram, salientou que não haverá distinção entre os que votaram nele ou não, pediu a colaboração de cada um jacuipense pelo bem de Riachão do Jacuípe, e frisou a importância da Casa Legislativa, um dos Três Poderes, e talvez o que mais se destaque porque define os rumos de cada município, estado e União.
Ao falar, o prefeito destacou avanços conquistados pela atual gestão, a dificuldade orçamentária este ano para quitar compromissos, embora com dinheiro em caixa e o que a cidade vai avançar nos próximos 2 anos. Sobre a questão financeira, Carlos Matos frisou que paga por mês mais de R$ 1 milhão de despesa mensal e débitos históricos do Município com o INSS. Sobre atrasos, destacou que nos primeiros dias de 2023, vai pagar a todos os fornecedores porque não faltam recursos, apenas tem que cumprir o orçamento (não pode gastar mais do que o previsto na peça orçamentária).
Orçamento
Com o crescimento do orçamento municipal que passa R$ 80 milhões este ano para em torno de R$ 109 milhões em 2023, a Câmara vai ter uma elevação significativa no duodécimo (verba que a Prefeitura repassa para o Legislativo) podendo chegar a R$ 3,4 mi contra os atuais R$ 2,8 milhões no ano.







