Há 5 anos no cargo, o atual gestor, segundo serra-pretenses, não inaugurou nenhuma obra relevante e abandona prédios públicos
A Câmara Municipal de Serra Preta abre nesta sexta-feira, 20/2, às 9h, os trabalhos legislativos para o ano de 2026 e, se aguarda com expectativa, a possível mensagem que é lida geralmente pelo prefeito em quase todas as cidades brasileiras nesse momento.
Em geral, o prefeito apresenta tudo o que fez no último ano, fala do que pretende neste que está começando e nos anos que restam de mandato.
Em relação a Serra Preta, internautas comentam nas redes sociai, principalmente grupos de WhatsApp e Instagram, que o prefeito que tomou posse em 1º de janeiro de 2021 até agora não cumpriu grande parte das promessas de campanha em 2020 nem em 2024, principalmente em relação a obras que já duram anos.
Em reportagem no dia 12 de janeiro de 2026, o portal Bahia On apresentou três serviços públicos abandonados pelo atual gestor (link: https://bahiaon.com.br/serra-preta-do-emprego-ao-lixao-um-so-descaso/) como o açude no Bravo, a fábrica de laticínios, no Contorno do Bravo e o lixão, que fica na estrada entre o Ponto de Serra e o Bravo, totalmente abandonados e esquecidos pela gestão municipal.
Em outra reportagem, a redação constatou várias obras inacabadas no Ponto de Serra Preta (UBS) e no Bravo (Estádio e Quiosques do Mercado). Link: https://bahiaon.com.br/serra-preta-cidade-das-obras-inacabadas/).
A reportagem também detectou outros serviços que deveriam ter mais atenção da administração que teve crescimento extraordinário na receita nos últimos anos passando de menos de R$ 60 milhões para R$ 131 milhões no ano passado.
Novos descasos
No Ponto de Serra Preta, a fábrica de artesanatos de couro está com a mesma pintura do tempo da inauguração há mais de 15 anos. Hoje funciona apenas porque um pequeno grupo, que parecem familiares, trabalha no local que apresenta péssimas condições sem nenhum apoio da Prefeitura.

Também a Casa de Farinha, na Sede, em uma cidade com tradição de pequenos agricultores, está também parada. O local também poderia ser uma fonte de receita para quem produz beiju, farinha e outros subprodutos da mandioca.

Na Sede, uma casa onde funcionou há poucos meses uma fábrica de sapatos, está fechada sem nenhuma utilização. No local, mais de 50 operários tinham emprego e renda, mas hoje está de portas fechadas sem nenhuma utilização.
O que resta é o prefeito deixar de prometer e fazer algo pelo futuro de Serra Preta, pela população com alto índice de desemprego e com precária gestão também na Educação, na Infraestrutura e no Social.





