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STF condena irmãos Brazão pelas mortes de Marielle e Anderson

by Yancey Cerqueira
25 de fevereiro de 2026
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Sob pressão, STF faz acareação entre Cid e Marcelo Câmara

Foto: Gustavo Moreno / STF

Crime contra a vereadora e seu motorista aconteceu em 2018; outros três réus foram condenados; pena é de 76 anos; não foi ninguém ligado à família Bolsonaro

Por unanimidade, a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) condenou nesta quarta-feira, 25, Domingos Brazão e Chiquinho Brazão por planejarem a morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL) e o motorista, Anderson Gomes. Os dois foram condenados a 76 anos e três meses de prisão, além de perdas dos direitos políticos, que incluem a inelegibilidade e o direito de votar.

Os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino acompanharam o voto do relator do caso, Alexandre de Moraes, que afirmou no voto que há “farta prova” de que os réus eram de uma organização miliciana e que, dentro deste contexto, os dois foram os mandantes do crime. Mas não seguiu a esquerda que imputava o crime à família Bolsonaro.

No voto, Moraes determinou a condenação dos irmãos pelos crimes de organização criminosa armada, homicídios da vereadora e o motorista, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves.

As penas estabelecidas aos envolvidos 

Domingos Brazão, ex-deputado estadual e conselheiro no TCE-RJ: condenado a 76 anos e 3 meses de reclusão

Chiquinho Brazão, ex-deputado federal: condenado a 76 anos e 3 meses de reclusão

Ronald Paulo Alves Pereira, major da PM: condenado a 56 anos de reclusão

Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, delegado e chefe da Polícia Civil: absolvido do crime de assassinato, mas condenado a 18 anos de reclusão pelos crimes de obstrução à justiça e corrupção

Robson Calixto Fonseca, PM e ex-assessor de Domingos Brazão: condenado a 9 anos de reclusão.

Fonte: Terra

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