Situação com previsão para todos os anos e, somente na última hora, a Prefeitura define como seria a distribuição da Ceia, algo histórico na cidade e na maioria dos municípios baianos
E de novo a distribuição da Cesta da Semana Santa não deixou de ser um calvário para as pessoas de baixa renda em Candeias que, em quase todos os casos, atropela a organização e o planejamento.
A mudança da forma de distribuição parece ter sido definida por um, trocada por outro e, finalmente, partiu de alguém que seria da maneira que tentaram fazer melhor, e foi um caos como é na Educação, no Emprego, na Saúde e no Social.
Mais uma vez, o despreparo da área social, e da Prefeitura, fez com que milhares de pessoas, que buscam somente porque precisam, ficam em tensa expectativa e, por fim, definiu-se que seria pelos supermercados e mercados muitos dos quais não aceitaram fazer por saber que poderia causam transtornos aos clientes usuais sem desmerecer os que estariam esta semana buscando a cesta.
E a gestão municipal é um continuísmo dos mesmos erros dos 8 anos de 2017 a 2024 com enganos, erros, trapalhadas e total desrespeito aos candeenses de baixa renda.
Fato é que, quem precisa e recebe, vai ficar satisfeito porque deve poder alimentar familiares, filhos e idosos que poderiam estar empregados se não fosse a omissão e imposição da gestão em relação a empresas que tentam se instalar na cidade. Porém, com altos encargos e duras negociações, como foi o caso de uma grande rede de supermercado que abriu 300 vagas diretas de emprego em São Sebastião do Passé, ninguém quer ficar em Candeias, a cidade da RMS (Região Metropolitana de Salvador) que menos empregos cria proporcionalmente, já que é a 5ª com maior população e 5ª em arrecadação com mais de R$ 550 milhões por ano.
Hoje, se houvesse planejamento e organização, tudo deveria estar concluído, mas os transtornos seguem como sempre.



