O autoatendimento consegue ser pior do que os serviços para os quais prometeram eficiência
A operadora de telefonia móvel promete sinal em todo a Bahia, assim como a mais rápida internet móvel do país. Porém, nenhuma uma coisa nem outra operam assim. Em diversas regiões do estado baiano falta sinal por horas, além da velocidade somente ser maior que uma corrida de tartaruga idosa. Não foi isso que aconteceu com o cliente (**)98152-11**.
Acrescente a tudo isso, o fato de que o app da mesma consome dados móveis como furo em tanque de combustível (álcool ou gasolina) que também corroem o bolso pelo atual valor.
Aí você liga para o 1052 às 5h30 da manhã e ouve que o ‘famoso sistema’ está fora do ar até às 7h, somente retornado por volta das 11h quando o cliente conseguiu entender o consumo da internet e porque o sinal não funciona em muitos lugares prometidos.
Já em relação a Coelba (Companhia de Erros Elétricos da Bahia), que privatizou para melhorar e até hoje esperamos.
O cliente paga a conta de energia pelo débito automático há, pelo menos 2 décadas, e há 6 meses não recebe a mesma.
A explicação – se é que é um esclarecimento – que ele vai ter acesso por e-mail. Porém, como trocou de correio de mensagem há ano ficou sem acesso nesse período. O grave é que a empresa, que deveria respeitar regras de contrato, simplesmente muda a forma de enviar o recibo e, se o cliente – não é devedor – quiser perder tempo, vá a um posto da famigerada empresa para atualizar o cadastro por que – lembra do sistema – ele não permite.
O irritante é que o cliente – contrato **19982475**, mais antigo que a presença da espanhola Neoenergia (nervoso fruto da energia) na Bahia, confirma pelo ineficiente ‘call center’ todos os dados – nome, CPF, endereço, e-mail antigo, número do telefone –, mas ele – sistema burro fruto da incapacidade de quem criou – não aceita.
Infelizmente nem Aneel nem Anatel não funcionam, pois são idênticas às operadoras. Triste Bahia, Triste Brasil.



