Ou será um erro por negligência?
Em uma portaria do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República aparecem as nomeações de um “Maj EB Fulano de Tal” e de um “1º Ten PMDF Cicrano de Tal”. O ex-diretor do GSI, general Gonçalves Dias, que abriu porta para suspeito, nem sequer foi enquadrado em nada sobre o 8 de janeiro.
A pergunta que não quer calar: seriam esses os mais novos agentes secretos do Brasil? Teriam suas identidades sido protegidas por questões de segurança nacional? Ou estamos diante de uma inusitada operação de inteligência em que nem o Diário Oficial pode revelar quem são os nomeados?
É claro que a explicação mais provável é um erro de edição, com a publicação de um texto-modelo que deveria ter sido preenchido com os nomes verdadeiros. Mas convenhamos: ver “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” em um ato oficial da Presidência da República, publicado no Diário Oficial da União, não é algo que se veja todos os dias.
Fica a dúvida bem-humorada: foi um lapso administrativo ou uma sofisticada estratégia para preservar a identidade dos “007” brasileiros?



