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Endividamento das famílias segue nos níveis mais altos da história, revela BC

by Yancey Cerqueira
28 de agosto de 2026
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Contas públicas têm novo déficit bilionário em agosto; me 12 meses 256 bi

Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

Segundo o Banco Central, taxa de endividamento permanece próxima do pico histórico

O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro ficou estável em 49,8% em junho, informou o BC (Banco Central) nesta sexta-feira (28). O número ficou no pico da série em abril e março, em 49,9%. Descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento passou de 31,1% em maio para 30,8% em junho.

O comprometimento de renda das famílias com o SFN (Sistema Financeiro Nacional) subiu de 28,5% para 28,9%. Sem contar os empréstimos imobiliários, passou de 26,2% para 26,6%.

Habitação

O estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 1,4% em julho, na comparação com junho. O saldo atingiu R$ 1,415 trilhão, uma alta de 13,7% em 12 meses.

O estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física cresceu 1,0% em julho, para R$ 409,566 bilhões. No acumulado de 12 meses, sobe 10,3%.

Setor não financeiro

O saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro subiu 0,1% em julho, na comparação com junho, para R$ 21,878 trilhões, informou o BC. O montante equivale a 164,9% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.

O crédito ampliado inclui empréstimos no SFN e operações com títulos públicos e privados, entre outros. É uma métrica que permite uma visão ampla sobre como empresas, famílias e o governo em geral estão se financiando. O saldo do crédito ampliado para empresas caiu 0,3% em julho, para 54,4% do PIB.

Fonte: R7

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