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Ironia: Fachin diz que Brasil não aceita mais “aventuras autoritárias”

by Yancey Cerqueira
17 de maio de 2022
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Ironia: Fachin diz que Brasil não aceita mais “aventuras autoritárias”

Eson Fachin, presidente do TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luiz Edson Fachin, afirmou que o Brasil hoje é uma vitrine para analistas internacionais (esqueceu das mazelas do STF, STJ e TSE)?

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federa) e presidente TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luiz Edson Fachin, declarou nesta terça-feira, 17/5, que o Brasil não aceita mais “aventuras autoritárias”.  A declaração no plenário do tribunal na abertura da palestra “Democracia e eleições na América Latina e os desafios das autoridades eleitorais“. Existe alguma entidade ou algum órgão mais autoritário do que a Justiça brasileira? Essa Justiça solta assassinos e traficantes e prende  inocentes?

“O mundo observa, com atenção, o processo eleitoral brasileiro de 2022. Somos, hoje, uma vitrine para os analistas internacionais, e cabe à sociedade brasileira garantir que levaremos aos nossos vizinhos uma mensagem de estabilidade, de paz e segurança, e de que o Brasil não mais aquiesce a aventuras autoritárias“, disse Fachin na primeira fala.

O ministro marca posição após semanas de ataques ao processo eleitoral por parte do presidente Jair Bolsonaro. O chefe do executivo chegou a sugerir uma apuração paralela de votos por parte das Forças Armadas e também revelou que contratará uma consultoria externa para auditar as urnas eletrônicas e o resultado das eleições.

Fachin também falou sobre o voto impresso e citou exemplos internacionais de países que utilizam as eleições por cédular de papel: “as discórdias quanto aos resultados das eleições presidenciais do primeiro turno no Equador, em fevereiro do ano passado, e do segundo turno no Peru, alguns meses depois, sem falar nos Estados Unidos, evidenciam os transtornos a que podem conduzir a apuração de cédulas de papel“.

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