SEJA NOSSO LEITOR REPÓRTER

MANDE VÍDEOS OU MENSAGENS COM INFORMAÇÕES DE INTERESSE DA COMUNIDADE, NO WHATSAPP:

(71) 98152-1147
  • Página Inicial
  • Bahia
  • Brasil
  • Cidade
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Turismo
Menu
  • Página Inicial
  • Bahia
  • Brasil
  • Cidade
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Turismo

Morre o jornalista Carlos Monforte

by Yancey Cerqueira
31 de agosto de 2026
A A
Morre o jornalista Carlos Monforte

Foto: Zé Paulo Cardeal / Memória Globo

Um dos primeiros âncoras do telejornalismo brasileiro, Carlos foi editor-chefe e apresentador do ‘Bom Dia Brasil’ na década de 1980

O jornalista Carlos Monforte morreu aos 77 anos nesta segunda-feira. 31/8. A causa da morte não foi divulgada. Carlos Monforte nasceu em Santos em 1949, e morava em Brasília há 43 anos.

Carlos estudou jornalismo na Faculdade de Comunicação de Santos e, antes mesmo de concluir o curso, começou a trabalhar como repórter no jornal A Tribuna. Ele se formou em 1972 e, em seguida, tornou-se assessor de comunicação da Secretaria de Obras do Estado de São Paulo.

Entre 1973 e 1978, trabalhou como repórter especial de O Estado de S. Paulo. Nesse período, fez dois cursos de aperfeiçoamento no exterior. Ele ingressou na Globo em 1978 e foi um dos primeiros âncoras do telejornalismo brasileiro. Exerceu o cargo de editor-chefe e apresentador do Bom Dia Brasil na década de 1980. O telejornal chegou a realizar, no primeiro ano, cerca de 700 entrevistas com empresários e políticos. Carlos esteve à frente do Bom Dia Brasil por nove anos. Ele foi também editor de política do Jornal da Globo. O jornalista deixou a emissora em 2016.

Ao Correio, o jornalista Paulo José Cunha descreveu com carinho a relação de amizade que tinha com Carlos Monforte. Eles se conheceram em 1988 e passaram 10 anos convivendo diariamente na TV Globo. Para Paulo, Carlos deixa um legado de “retidão profissional e cuidado com a precisão da informação“.

Um dos momentos marcantes na atividade de Monforte foi quando ele se preparava para a entrevista com Rubens Ricupero, ministro da Fazenda de Itamar Franco, no Jornal da Globo, o ministro conversava descontraidamente com o repórter (que era o cunhado). Sem saber que o sinal de satélite da Embratel estava aberto para quem usava antenas parabólicas, Ricupero soltou a célebre frase: “Eu não tenho escrúpulos. O que é bom a gente fatura; o que é ruim, a gente esconde“, referindo-se à condução e divulgação dos índices econômicos no início do Plano Real.

Em nota, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, lamentou a morte e destacou que a trajetória de Carlos Monforte foi marcada pelo compromisso com a informação e pelo exercício de uma atividade essencial à democracia.

“Como apresentador, repórter e analista, marcou gerações com sobriedade e capacidade de traduzir a complexidade dos fatos com clareza para a sociedade. Neste momento de tristeza, manifestamos sinceras condolências aos familiares, amigos e a toda a comunidade jornalística neste momento de dor.Que sua memória e sua contribuição ao jornalismo brasileiro permaneçam como legado às novas gerações“, disse o ministro do STF.

O velório será nesta terça-feira , 1º/9, das 13h às 15h, na capela 1 do Cemitério Campo da Esperança. O crematório será às 15h15.

Fonte: Correio Braziliense

Relacionado

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2020 - BahiaON - www.bahiaon.com.br - Todos os direitos reservados