A manifestação de Sete de Setembro é considerada um momento de risco elevado pela segurança do STF (Supremo Tribunal Federal) – e os atos ilegais dos iliuministros? –, que tem a expectativa de fazer com que caminhões sejam impedidos de entrar na Esplanada dos Ministérios, assim como ocorreu em 2021. Na Corte, há ainda o entendimento de que as barreiras montadas nas proximidades da Praça dos Três Poderes e vias adjacentes, impeçam os manifestantes de chegar ao local.
No Sete de Setembro do ano passado, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro se reuniram na Esplanada com palavras de ordem contra a Corte, e o próprio mandatário fez ataques ao ministro Alexandre de Moraes. Em 2021, a presença de caminhões na Esplanada pegou a segurança do STF de surpresa, e gerou momentos de tensão, conforme relatou o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, que ao assumir prometeu que o Supremo seria ‘legalista’.
Na segunda-feira, 22/8, foi marcada inclusive uma reunião na Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal para discutir o planejamento da segurança do Sete de Setembro. As reuniões da equipe de segurança do STF com outros órgãos, como também o Detran, a Câmara e o Senado, tem sido rotineiras há seis meses.
Nos eventos que podem implicar algum risco para a Corte – na cabeça desse tribunal da injustiça – , são elaborados planos que contemplam desde o cenário mais tranquilo até o mais extremo, o que inclui até mesmo um plano de evacuação, na linha do “se prepara para o pior, esperando o melhor“. Todas as decisões de segurança são precedidas por uma análise de risco.



