SEJA NOSSO LEITOR REPÓRTER

MANDE VÍDEOS OU MENSAGENS COM INFORMAÇÕES DE INTERESSE DA COMUNIDADE, NO WHATSAPP:

(71) 98152-1147
  • Página Inicial
  • Bahia
  • Brasil
  • Cidade
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Turismo
Menu
  • Página Inicial
  • Bahia
  • Brasil
  • Cidade
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Turismo

STF: Ministra autoriza inquérito para investigar ministro da Educação

by Yancey Cerqueira
24 de março de 2022
A A
Lei estadual pode proibir banco de oferecer empréstimo a aposentado

Ministra Carmén Lúcia, do STF / Foto: Nelson Jr. / SCO

Cármen Lúcia também autorizou oitiva dos citados e de cinco prefeitos

A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia autorizou hoje, 24/3, a abertura de inquérito para investigar o ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Ontem, 23, o procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao STF a abertura da investigação, após a publicação de matérias na imprensa sobre suposto favorecimento na liberação de recursos para prefeituras de municípios por meio da intermediação de dois pastores. Ambos também são alvo do inquérito.

Na decisão, a ministra também autorizou a oitiva dos citados e de cinco prefeitos.

Na segunda-feira, 21, uma reportagem divulgou um áudio em que o ministro diz favorecer, a pedido do presidente Jair Bolsonaro, prefeituras de municípios ligados a dois pastores.

Em nota divulgada à imprensa após a divulgação do áudio, Milton Ribeiro disse não haver nenhum tipo de favorecimento na distribuição de verbas da pasta. Segundo o ministro, a alocação de recursos federais segue a legislação orçamentária.

“Não há nenhuma possibilidade de o ministro determinar alocação de recursos para favorecer ou desfavorecer qualquer município ou estado”, disse o ministro na nota.

Mais cedo, a Procuradoria da República no Distrito Federal decidiu a apurar o caso na esfera cível. Ontem, o TCU (Tribunal de Contas de União) decidiu que vai realizar uma fiscalização extraordinária no Ministério da Educação.

Em agosto de 2021, a CGU (Controladoria Geral da União) foi informada pelo ministro sobre possível ingerência externa, mas o órgão não deu sequência porque não havia servidores públicos envolvidos.

Fonte: Agência Brasil

Relacionado

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2020 - BahiaON - www.bahiaon.com.br - Todos os direitos reservados